Ser-se indiferente.
Penso que foi isso que me ensinaram, mas não o consigo ser.
Na vida existem tantas coisas a aprender que, hoje em dia, posso dizer que não vivo sem a minha curiosidade. Há quem diga que não passo de uma maluca, mas sem loucura a vida não seria tao interessante.
Neste caso, não se resume à coragem, ou à falta dela, mas sim ao querer experimentar. Mas isso não é razão para os problemas.
Pensemos da seguinte forma: se nos apetecer, por simples curiosidade, dar um tiro a alguém ou até matar, certamente em tribunal não podemos dizer que foi um ato de curiosidade, aliás, poder até podemos mas não iria adiantar de nada pois iríamos para a cadeia.
Por isso, sejamos indiferentes e deixemos, antes, que a curiosidade tome conta do lápis e do papel.
Sem comentários:
Enviar um comentário